NET, a chance da sobrevivência

Pois é, estou tirando as teinhas do meu blog pessoal que quase nunca anda pra frente. :P Mas, voltando ao que interessa, o assunto continua sendo a bendita da internet.

Uso por falta de opção uma porcaria de internet com 500 kbps que é dividida pra dois computadores. Tem coisa pior? Fora a discada e a internet popular da Telefônica, não. Bons tempos de quando eu tinha uma internet só minha e boa. Mas os tempos mudaram e há chances de eu ganhá-la de volta.

Há alguns dias, quando a NET baixou os preços da sua internet, refleti fortemente em um plano para fazer meu pai mudar a internet daqui de casa. Ele estava viajando e pensei: ah, ele deve aceitar (ou não).

Quando ele me ligou e perguntou como eu estava, e todas aquelas conversas de gente que está viajando, falei pra ele se dava pra ele colocar a NET aqui em casa. Então ele solta uma pérola, falando sobre NET como TV por assinatura:

“Mas Caio, NET por esses cantos é clandestina!”

Tá, que NET falsa existe por aqui, existe (rs), mas eu tava falando de Internet e não TV. Expliquei pra ele toda a história da redução dos preços e agora chega a felicidade: ele disse “Vou pensar”. Geralmente, quando os pais de alguém falam “Vou pensar”, “Talvez eu vejo isso” ou coisas do tipo, é quase uma certeza de que virá um “sim”.

Mas basta apenas esperar umas 3 semanas e torcer para que ele aceite e finalmente eu saia desse lixo de internet que a Telefônica tenta chamar de “banda larga”.

Tá mais pra “banda lerda”.